terça-feira, 6 de abril de 2010

Bansky

De todas as manifestações urbanas, o grafite é uma das que sem dúvida se tornam mais acessiveis ao público. A sociedade moderna força o homem a viver na maior parte do tempo em uma guerra constante contra o relógio, quando essas expressões de arte se fundem com a paisagem urbana e usam "telas" do dia a dia para tomarem vida se tornam parte do meio, parte da vida das pessoas.

Na Inglaterra, um artista vem chamando atenção da população, Bansky, que começou seus trabalhos aos 14 anos, cria de forma ironica e provocativa seus grafites, normalmente faz críticas sociais, politicas, etc.

Banksy é um dos cabeças-de-chave desse movimento que têm levado as ruas para dentro dos museus e a arte para transeuntes. Suas gravuras possuem um claro conteúdo político, rebelde, que se derrama em sarcasmos tão violentos quanto sutis: o soldado sendo revistado pela menininha, o guerrilheiro que joga um buquê de flores ao invés de uma bomba, a empregada varrendo a sujeira para dentro da parede, os dois assassinos de Pulp Fictionportando bananas ao invés de armas, ou portando armas, mas vestidos de bananas. São protestos que podem ser compreendidos e sentidos do mesmo modo por londrinos e colombianos, Banksy mexe com a cultura de massa, com os produtos e a miséria nossa de cada dia e depois embala tudo com tinta preta e referências à artistas contemporâneos como a fotógrafa norte-americana Diane Arbus ou o pop-artist Andy Warhol.







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